Niassa: Tribunal absolve presidente do Município de Lichinga após acusação de práticas de corrupção

O Tribunal Judicial da Cidade de Lichinga, na província do Niassa, absolveu esta terça-feira, o presidente do município desta urbe, Luís Jumo, e condenou o chefe da Unidade Gestora e Executora das Aquisições (UGEA) na mesma autarquia, Armindo Omar, a uma pena de dois anos de prisão efectiva.
Ambos estavam envolvidos no processo 126-A/2026, movido pelo Gabinete Provincial de Combate à Corrupção no Niassa, que os acusava de cometerem crimes de corrupção e abuso de cargo ou função. Porém, segundo uma publicação do jornal Notícias, o tribunal diz não ter encontrado elementos suficientes para condenar o presidente do município de Lichinga.
Recordar que na acusação, o Ministério Público (MP) dizia que a empresa Yao-Informática, dedicada à venda e prestação de serviços informáticos foi adjudicada, em 2021, a um concurso público avaliado em 4 milhões de meticais, para o fornecimento de dez contentores de resíduos sólidos ao Conselho Municipal, mesmo sem ter alvará para o efeito.
A mesma empresa era acusada ainda de beneficiar de forma recorrente, de concursos públicos do município, desde que começou o mandato da actual presidente.
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