Sociedade
Fundadores do MDM apontam erosão democrática e exigem saída de Lutero Simango

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) enfrenta uma profunda fractura interna, marcada por contestações directas à liderança de Lutero Simango.
Segundo relatórios do jornal Evidências, um grupo composto por 15 membros e figuras ligadas à fundação do partido acusa a actual direcção de centralizar decisões e de ignorar os estatutos internos.
A contestação ganha força com o aproximar do fim do mandato de Simango, agendado para 5 de dezembro. Os subscritores do documento exigem a convocação urgente de um congresso, sublinhando que a falta de planeamento e a ausência de transparência transformaram a formação política num “feudo pessoal”. Além disso, o Conselho de Jurisdição foi accionado e recebeu um ultimato de 48 horas para responder às irregularidades apontadas, sob a ameaça de medidas legais para salvaguardar a legalidade estatutária.
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