FMF avança com processo judicial contra Quinito após acusações falsas e ataques à direcção

A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) emitiu, nesta quarta-feira, 16 de setembro de 2026, uma nota de repúdio para esclarecer a opinião pública sobre as graves e infundadas declarações proferidas no dia anterior por Joaquim de Sousa Todo Júnior, mais conhecido por Quinito.
Num vídeo partilhado nas redes sociais, Quinito desferiu duros ataques de caráter calunioso e difamatório contra o presidente da FMF, Feizal Sidat, bem como contra os restantes membros da Direcção Executiva e colaboradores da instituição.
No centro da polémica estão acusações falsas de que a federação recorreria a “métodos ardis” no processo de licenciamento de clubes e de que lideraria atos perniciosos no futebol moçambicano. Em resposta, a FMF repudiou veementemente estas inverdades, sublinhando que as declarações não correspondem à realidade e partem de uma pessoa sem qualquer tipo de intervenção ou competência na matéria.
Para repor a verdade dos factos, a federação esclareceu que o processo de licenciamento de clubes é gerido de forma totalmente independente e autónoma pelos órgãos competentes para o efeito, nomeadamente o Órgão de Primeira Instância (OPI) e o Órgão de Apelo (OA). Estes órgãos deliberam em estrita coordenação com a Confederação Africana de Futebol (CAF), seguindo rigorosos regulamentos internacionais, sem qualquer tipo de interferência por parte da Direcção Executiva da FMF.
Em defesa da transparência, da verdade desportiva e do bom nome do futebol nacional, a liderança federativa informou que já iniciou as diligências legais necessárias para intentar uma acção judicial contra Joaquim de Sousa Todo Júnior pelo crime de calúnia e difamação.
A medida visa não apenas responsabilizar criminalmente o autor pelas declarações proferidas, mas também exigir a devida reparação pelos danos morais e de imagem causados à instituição e aos seus representantes.
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