Sociedade
Comandante-Geral da PRM restringe uso da unidade de intervenção rápida em operações policiais

O Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) determinou que a aplicação da Unidade de Intervenção Rápida (UIR) em acções de manutenção da ordem, segurança e tranquilidade públicas passa a ser obrigatoriamente sujeita à autorização prévia do Comandante-Geral da PRM.
A medida anunciada por documento oficial assinado pelo Comandante-Geral da Polícia, Joaquim Sive, faz menção de que a decisão surge após o reconhecimento de que, “em quase todos os Comandos Provinciais da PRM”, se tem verificado o uso indevido desta força em operações fora do contexto legalmente previsto na lei da PRM para Unidades de Operações Especiais e de Reserva.
Segundo uma publicação da TV Miramar, desta feita, o comando-geral pretende reduzir a “exposição excessiva” da UIR em actuações diárias que não fundamentam a sua mobilização, com cumprimento imediato.
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