Sociedade

Manica: Reaberta circulação na ponte metálica sobre o rio Révuè

A circulação de viaturas ligeiras e peões foi parcialmente restabelecida na quarta-feira (28) na ponte metálica sobre o rio Révuè, na Estrada Regional n.º 260 (ER-260), no distrito de Sussundenga, província de Manica, após 12 dias de condicionamento devido a danos na estrutura.

A ponte foi danificada na sequência da passagem de um camião de carga, que provocou a destruição de parte da infra-estrutura, obrigando à interrupção parcial da circulação e à realização de trabalhos de reparação.

A circulação na ponte foi totalmente interrompida na sequência da passagem de um camião de carga, que provocou a destruição de parte da infra-estrutura, e à realização de trabalhos de reparação.

De acordo com o delegado da Administração Nacional de Estradas (ANE) em Manica, Moisés Dzimba, a travessia está actualmente aberta a peões e viaturas com peso até 30 toneladas, enquanto prosseguem os trabalhos de verificação e reforço da estrutura.

“Até terça-feira, havíamos concluído a montagem do tabuleiro e, nessa altura, foi possível reabrir a circulação de viaturas ligeiras e de peões. De imediato, suspendemos a utilização do barco que era usado para a travessia de pessoas e bens durante o período em que decorriam os trabalhos na ponte”, explicou citado pela AIM.

A fonte esclareceu que, as restrições ainda em vigor visam garantir a segurança dos utentes, uma vez que decorrem trabalhos de reaperto dos elementos da ponte e de inspecção dos restantes tramos, para determinar se os danos se estenderam a outras partes da estrutura.

O responsável acrescentou que haverá ainda condicionamentos durante a montagem da passadeira para peões, retirada temporariamente para reduzir o peso da estrutura durante os trabalhos de reparação.

A avaliação preliminar dos custos de reparação da ponte aponta para cerca de 15 milhões de meticais, segundo o delegado da ANE, que classificou a intervenção como mais complexa do que as realizadas nos anos anteriores.

“É uma intervenção mais complexa, destinada a tornar a ponte mais resistente”, declarou Dzimba, acrescentando que os trabalhos em curso incluem o reforço da estrutura e a reposição dos elementos necessários à circulação de peões.

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